Acción Arte Itinerante con música | latinoamérica es un proyecto de investigación e (re)conocimiento del espacio latinoamericano desarrollado por Marília Palmeira (Salvador, Bahia, Brasil).

De Agosto 2010 a Abril 2011, la artista (?) viaja por 7 países de Sudamérica con una exposición de arte itinerante que se acomoda en su maleta, y el objetivo principal de hacer una investigación de la escena de arte contemporáneo local. El viaje empieza en Salvador (Brasil) y sigue un trayecto pré-determinado con visitas a artistas e instituiciones situados en

Brasil | Uruguay | Argentina | Chile |
Bolivia | Peru | Ecuador | Colombia

Más informaciones: aai.latinoamerica@gmail.com

*Agradecimentos a todos los que me ayudaron en el proyecto.

**Agradezco especialmente a Beatriz Lemos, curadora independiente, por su valioso apoyo con los contactos.
~ Saturday, January 1 ~
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Feliz Año!

desde Guayaquil

figuras antropomórficas encontradas en bahía

años viejos encontrados en la calle 6 de marzo

El Ecuador tiene una tradición muy especial para a virada do ano: queimar o ano velho. Antes, as pessoas construíam em papel a representação de um senhor velho, e à meia-noite, lhe ateavam fogo. Algumas mulheres se vestiam de viúvas e pediam contribuições para o velhinho que se preparava para arder em chamas.

Hoje em dia quase desaparecem as figuras dos velhos em meio à uma multidão composta pelos personagens mais distintos da cultura de massa, do cinema, da televisão, da política, enfim, celebridades, ainda que do desenho animado. Estão à venda por todas as partes da cidade, estão nas janelas das casas, esperando la medianoche. Há de todos os tamanhos e preços, de 20 cm a um prédio de três andares. As famílias passam o ano novo juntas, e queimam os bonecos em frente às suas casas. Também há grandes queimas na praia, com fogos de artifício e bombinhas estourando por todas as partes.

Um fenômeno novo este ano foi a multiplicação dos Correas pelas ruas, muitas vezes evidenciando, ainda que em tom jocoso, posições e situações políticas. De “matem a Correa” a “Soy papaito, el más guapo del Ecuador”, passando por “Si quieren matarme matenme”. Nesta foto por exemplo, Rafael Correa exibe a cabeça decapitada do alcalde de guayaquil, seu rival político:

Neste ano estrelam também as mulheres serranas, com seu filhinho a tiracolo, representadas aqui como vendedoras de bilhetes de casas lotéricas. Um estereótipo que envolve um preconceito implícito (?).

 

Há uma inegável fixação pelo “muñeco diabólico” Chucky, que neste caso promete violar toda sua família:

Fui guiada pelos años viejos pelo crítico e curador Rodolfo Kronfle Chambers, recomendo seu blog para ler mais sobre a documenta de la 6 de marzo e arte contemporâneo en Ecuador, con especial énfasis en lo que sucede en la ciudad de Guayaquil.

  


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